Navegando pelo Nilo – Por Sabrina Saraiva

Navegar é preciso! Ainda mais quando estamos no histórico Rio Nilo.  Para ter essa experiência navegando dia e noite, você precisa ter em mente que terá que se deslocar até Aswan ou Luxor e ter, pelo menos três noites disponíveis para o passeio.

Foi uma experiência incrível, que valeu muito a pena, e que recomendaria a qualquer pessoa!  O passeio em si é único, muito lindo e agradável. Tenho certeza que não há nada que se compare no mundo! Portanto, caso você esteja cogitando uma viagem ao Egito pode ir sem medo que a experiência será sensacional!

São 232 barcos descendo e subindo o Nilo de Luxor Swan!
A frase “O Egito é um presente do Nilo” se entende e percebe neste passeio!

Passamos por 01 eclusa,  além da fila de cruzeiros. Os comerciantes locais chegam de barco ou então andam bem perto por onde o barco passa em um corredor e vendem as suas mercadorias! Vejam no vídeo!

A oportunidade de navegar pelo lendário Rio Nilo foi um sonho realizado e com um brinde! É literalmente navegar pela história da humanidade!

Eclusa de Esna

O navio acabou em Luxor desembarcamos e fiquei super surpresa com a cidade que é uma graça bem mais limpa que as demais que passamos, com um comércio bom. Vale ficar 2 noites para curtir. Tem muitos restaurantes típicos legais!

A cidade de Aswan e seus templos – Por Sabrina Saraiva

Um novo passeio em nosso roteiro!  Nossa visita de hoje acontecerá na cidade de Aswan e no Templo de Philae. Não vamos perder mais tempo. Vamos lá? Partimos para o sul do Egito!  A cidade  reúne quase todos os monumentos históricos que você visitar no país.  A paisagem deslumbrante e o calor fazem jus à expectativa de quem visita um país no deserto do Saara.  Descobrimos que era aqui em Aswan que se fazia a conexão entre os egípcios e o resto da África.

Por aqui encontramos um dos templos mais importantes dedicados à deusa Ísis, o Templo de Philae. Uma templo para a deusa da feminilidade e da fertilidade que começou a ser construído durante a dinastia dos Ptolomeus, que governaram o Egito de 305 a 30 a.C.

O local é um pouco afastado dos outros templos da rota turística. No entanto, foi um muito interessante e muito bonito visitá-lo, com diversas colunas e várias imagens esculpidas nas paredes de emocionar!

Mas o impressionante é pensar que o Templo de Philae não está mais em seu local original. É que na época da construção da barragem, nos anos 1950, a ilha de Philae estava na zona de alagamento. E o templo sofreu com alagamentos, perdeu as cores das paredes, mas continuou de pé. A UNESCO, então, nos anos 1970, criou um projeto de salvação, que foi posto em prática por um time holandês. Eles desconstruíram o templo, num lego da vida real, em 40 mil peças. E depois o reconstruíram, pedra por pedra, numa ilha vizinha, a Agilkia, onde está até hoje.

O guia também nos contou que Aswan era a  cidade  fonte das pedras que construíram boa parte do Egito Antigo: ali estava o granito usado para fazer as estátuas, obeliscos e templos que sobrevivem por milênios.

TEMPLOS ABU SIMBEL

Os tesouros arqueológicos do Egito também estão ali perto da fronteira com o Sudão, onde encontram-se os mais meridionais templos do Egito: o complexo arqueológico de Abu Simbel. Trata-se de dois grandes templos, todos escavados em rocha de arenito, às margens do Lago Nasser (que é formado pelas águas represadas do Nilo).

Templo de Abu Simbel
Passeios até Abu Simbel geralmente partem da cidade de Aswan
Templo maravilhoso. Impressionante pela grandeza das estátuas esculpidas em pedra!
Em seu interior, são revelados grandes salões e câmaras, todas decoradas com estátuas, pilares e inscrições nas rochas, em 55 metros de profundidade.

VILA NÚBIA – CULTURA ÚNICA!

Pelas margens do lago Nasser chegamos na vila Núbia. A região Núbia pertence ao Egito e Sudão.

Você nota claramente que eles tem traços próprios e bem característicos que são diferentes dos outros egípcios que vimos.

O povo da Vila Núbia tem uma cultura única também e me passou uma impressão que não se misturaram tanto, que 99% nasceu e vive ali desde sempre, casaram entre si e talvez por isso tenham mantido as características físicas e culturais tão preservadas.

Nas casas da Vila Núbia encontramos moças que fazem tatuagem de henna!

É típico por aqui o Pão de Sol, acompanhado de pasta de gergelim, queijo de cabra salgado e melado! Uma delícia gente!

A simpatia do povo de Aswan foi referenciada por todos os egípcios que conheci. E também o fato de que ali entraríamos em contato com outra civilização antiga, a Núbia, um povo negro que reinou essa região por muitos anos.

Boa noite Cairo! – Por Sabrina Saraiva

Chegamos ao Cairo! Aqui estamos há 4 horas na frente do Brasil. De cara, já posso dizer que é um lugar mágico onde se respira história e cultura que deixa o passado ser presente e o tempo voa. Que cidade incrível!

Para aproveitar melhor sua chegada ao Cairo, o ideal é estar num ponto alto da cidade no final da tarde e curtir dois momentos bacanas.

Um, é o fim do dia, com um pôr do sol que colore os céus da cidade.

O outro, a noite, quando as luzes da capital são acesas.

As luzes do Cairo são maravilhosas. Por ser uma cidade muito turística e com um povo bem animado, a noite no Cairo é cheia de atrações gastronômicas e culturais.

UMA EMOCIONANTE VISITA AO MUSEU DO CAIRO

Nosso primeiro passeio na cidade  foi ao  Museu de Antiguidades Egípcias, mas que costuma ser chamado de Museu Egípcio ou Museu do Cairo.

O lugar se consagrou como um dos principais pontos turísticos de todo o Egito. Não há roteiro — mesmo o mais básico — que deixe de lado essa visita. Ignorar o museu seria o mesmo que visitar Paris sem conhecer o Louvre!!!

O museu fica localizado na Praça Tarhir que sempre foi considerada uma das áreas mais visitadas pelos turistas. Ao redor dela, estão importantes prédios públicos. Nele, centenas de milhares de relíquias estão guardadas, cuidadas e expostas para gente do mundo inteiro.

O museu permanece intacto e é fortemente protegido contra ataques. O prédio atual abriga os 120 mil itens — não todos em exibição — desde 1902.

        “Oh, espera aí, Sabrina Saraiva. Você diz “desde 1902”. Mas não há o tal do novo Museu do Cairo?

Sim. O novo museu é um projeto grandioso (que tal faraônico?), como a Antiguidade Egípcia merece. E muito moderno. Fica em Gizé, perto do complexo das Grandes Pirâmides e da Esfinge. Passei algumas vezes em frente da construção e fiquei impressionado.

A inauguração foi adiada várias vezes. Espera-se, agora, que aconteça em 2019. Aliás, justamente por causa dessa nova unidade, você corre o risco de não ver algumas peças no museu atual, durante os próximos meses, porque elas serão transferidas aos poucos.

O famoso Café Ethiopian – Uma aula durante a conexão

Saí de Porto Alegre na terça-feira, às 20 horas, com destino ao aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Chegando lá, embarquei no voo da Ethiopian Airlines, a companhia aérea oficial da Etiópia que faz a ligação entre o Brasil e a África. Um dos diferenciais da companhia é o Boeing 787 Dreamliner, um dos aviões mais moderno do mundo. Fiz conexão via ADDis Ababa para poder chegar até a cidade do Cairo, no Egito.

Na conexão uma agradável surpresa! Tivemos um aula de como se faz o famoso café da Ethiopian que é muito famoso e para eles! Gente! é como um ritual! Ele é servido somente por mulheres até hoje e cultivado da mesma maneira.

Confiram no vídeo o passo a passo de como se prepara esse delicioso café:

Um pouquinho mais sobre o Café na Etiópia:

O café ocupa um lugar sagrado na Etiópia – apenas o processo de cultivo e colheita de café envolve mais de 12 milhões de etíopes e produz mais de dois terços dos ganhos do país. O melhor café etíope pode ser considerado o melhor café do mundo, e os grãos arábica lavados de alta qualidade obtêm alguns dos preços mais altos do mercado mundial. Imagine nascer em um país onde o café está em todos os cantos, em todas as casas, com cerimônias, nos provérbios que você escuta dos seus avós… em tudo!

O café está na economia, na política, nos ritos, na linguagem…

Na Etiópia o café é um modo de vida!

Egito e Etiópia! Estamos chegando!

Queridos leitores!

Que emoção estar aqui novamente compartilhando minhas experiências por esse mundão. Desta vez, saí de Porto Alegre rumo ao Egito, mas também irei passar uns dias pela Etiópia. Sim! A Etiópia, para quem conhece pouco é um  um país interessantíssimo! Tem paisagens surreais, é um prato cheio no quesito gastronomia e expressa suas culturas com muita autenticidade.

Quero contar para vocês que essa viagem surgiu a partir de um convite da Ethiopian Arilaines e da operadora de turismo internacional Hello Brazil, nossa representante local no Egito. E eu simplesmente amei!

Hoje, esses destinos são bem estratégicos no mercado de turismo. Em 2019, o Egito, por exemplo, apresentou uma procura surpreendente. Isso é bem explicável! O país depois de enfrentar aquela crise histórica, agora está  vivendo um momento de maior estabilidade econômica, com preços muito atrativos.  Para você ter uma ideia de valores, estamos preparando um pacote no valor de U$ 2.999.00 para 12 dias e 11 noites, para saída com guia desde de Porto Alegre para outubro de 2020. Já a Etiópia, é o país que tem a economia mais ascendente do continente africano. Interessante, não é?

Então, a partir de agora, convido vocês a me acompanharem nesta rica experiência por esses dois destinos que encantam pela cultura!

Grande Abraço!
Sabrina Saraiva
Diretora de Marketing da Uneworld

Egito e Etiópia são os novos destinos que você verá por aqui!

Olá leitores!

Estamos com novidades aqui no blog da Uneworld. Nossa diretora de marketing, Sabrina Saraiva, já cruzou o oceano em busca de novidades no mercado de turismo.

Desta vez, ela nos apresenta suas experiências pelo Egito e Etiópia (o país que mais cresce na África). Dois destinos que irão apresentar muitas curiosidades. Vocês irão se surpreender! Quem sabe um desses países não entra para aquela  sua lista de viagens? Imaginou?

Curtam aí todas as dicas!

Grande abraço!
Fabian Saraiva

Vilarejo de Solitaire, Trópico de Capricórnio e Parque Naukluft

Por Sabrina Saraiva – direto da Namíbia

O caminho como sempre foi feito por uma estrada de terra, mas confesso que já estava acostumada. Com tantas paisagens maravilhosas e contrastantes o tempo na estrada passa rápido.

Fizemos uma parada no famoso Vilarejo de Solitaire onde comemos a famosa torda de maçã, a mais famosa na Namíbia! Esta parada é ícone, pois é simplesmente no meio do nada!!! Onde não há nenhum tipo de estrutura a 200 km antes ou 100 km depois.  Lá encontramos muitos carros antigos, o que  mostra como esta região já é visitada por muitas décadas.

TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO

Fizemos também uma parada rápida na beira da estrada para conhecer a Tribo Ereras e ainda passamos pela linha do trópico de Capricórnio.

SOSSUSVLEI LODGE – INTEGRAÇÃO COM A NATUREZA

O Sossusvlei Lodge onde ficamos hospedados duas noites, fica situado no portão de entrada para o parque Namib Naukluft. Muito confortável, com um super visual integrado com a paisagem do deserto. Foi o lodge ideal para acabarmos nossa viagem.

Sossegado e com uma gastronomia maravilhosa, pudemos provar já na primeira noite as mais diversa carnes. Experimentamos carne de zebra, avestruz, oryx, javali e muitos outros que não sei o nome em português. O guia nos explicou na Namíbia só se pode caçar para comer e  é claro alguns animais específicos. A carne que mais gostamos foi Oryx e do Bringbok pois são carnes macias e um pouco adocicadas.

CÂNION SESRIEM

Acordamos e estávamos prontos já bem cedo antes do sol nascer para ir conhecer o deserto, o famoso Sossusvlei, as árvores pretas queimadas de Vlei e o cânion Sesriem. Era o nosso último passeio e deixamos para o final este parque porque foi ele que me encheu de vontade de ir à Namíbia.

As fotos que há deste lugar são surreais. E é tudo isso mesmo que as fotos mostram. Quando nasce o sol e as dunas vão trocando de cor e ficando com um brilho magico e a paisagem todo se ilumina de vermelho não tem o que dizer.

Subimos a pé uma duna de 250m de altura e não foi fácil a subida, levamos quase 1 hora para chegar ao topo, mas quando chegamos lá foi como entrar em um cenário de filme! Que uma energia contagiante e renovadora! Daquelas que lava a alma e enche o coração!

E assim neste sentimento terminei esta aventura pela Namíbia com a vontade de quero mais, de que vou voltar, de que nada melhor que este tipo de viajem para mostrar para meu filho o verdadeiro sentido e a beleza da vida.  Saímos de lá com a promessa de ano que vem ir ao encontro de outra aventura pela África, que tanta me fascina!

Valeu Namíbia!!!!!

Swakopmund – A principal praia da Namíbia

Por Sabrina Saraiva – direto da Namíbia

Chegamos em Swakopmund é foi uma surpresa pois esta cidade litorânea é muito limpa, florida e organizada. Onde ainda se nota muito claro a herança alemã. Após nos acomodamos em nosso hotel/guesthhouse saímos para conhecer a cidade e locamos bicicletas para poder conhecer melhor. E foi uma delicia!!

Este tipo de acomodação guesthhouse (pousadas) é muito comum nesta região em função do estilo de turistas. A cidade recebe que em sua maioria europeus (alemães, britânicos, espanhóis, austríacos, etc)  que gostam muito deste tipo de hospedagem, pois se sentem em casa e tem sempre a dona para conversar trocar historias, experiência e dar muitas dicas locais.

A cidade é a principal do litoral da Namíbia e muitos sul-africanos também têm casas de veraneio por lá. O comércio é de muito bom nível com artigos diferenciados. Há muitos restaurantes gostosos que as especialidades são os frutos do mar. Nós jantamos no restaurante da plataforma e foi delicioso e muito barato.

WALIVIS BAY E LAGOA SANDWICH HARBOUR

Antes de deixar esta região rumo ao deserto não poderíamos deixar de conhecer Walvis Bay e fazer um passeio pela região e conhecer a lagoa Sandwich Harbour, uma das mais ricas e únicas da África Austral.

As famosas Wedged são as dunas que estão entre o mar e o deserto de Namib. E não sei como dizer sem ser redundante e dizer que foi mágico, maravilhoso, emocionante.

E ainda tivemos uma parada para comemorar o aniversário do meu marido com um coquetel no meio das dunas. Foi muito legal e inesquecível.

Depois deste passeio maravilhoso partimos para nossa última etapa da viagem conhecer o famoso deserto Namib com as suas dunas vermelhas, que tanto tinha visto em fotos e em blogs da Namíbia.

Twyfelfontein Country Lodge – Onde a natureza reina!

Por Sabrina Saraiva – direto da Namíbia

O Twyfelfontein Country Lodge onde ficamos hospedados está situado numa região de Patrimônio Mundial da UNESCO. A área de Twyfelfontein é um ecossistema muito vulnerável e delicado, também conhecido por ser um dos melhores exemplos de San Rock – pinturas e gravuras na África Austral.

As formações rochosas são muito interessantes. É o que resultado da pré-história por todas as formações vulcânicas.

Encontramos nesta aérea uma floresta petrificada e muitas crateras. A fauna e flora de Damaraland é típica da região Pré-Namib e as espécies vegetais incluem a magnífica Welwitschia –  uma variedade de espécies de Commiphora.

Alguns amimais se adaptaram a esta região e pudemos ver de perto os famosos elefantes do deserto como são chamados!

Já na chegada, nos impressionamos com o lodge pois foi mais um exemplo da preocupação que eles tem de deixar a natureza reinar absoluta e que o que o homem constróis interfira o menos possível no ambiente. Isso mostra o respeito que eles têm pela natureza. E como sempre digo: são os ensinamentos que a África nos dá!!!

O ÚLTIMO SAFÁRI DA VIAGEM

Chegamos nos acomodamos e fomos direto fazer nosso último safári/game drive desta viagem e foi lindo! Uma experiência impressionante, pois passamos por uma tempestade de areia, terrenos e paisagens que mudam drasticamente, mas que tiram o fôlego e não sabemos escolher qual a mais bonita.

Chegamos bem perto dos elefantes e foi uma delícia ficar no Jeep observando  eles caminharem e se alimentarem. E ainda paramos para ver o pôr do sol bem no alto de uma montanha! Eu não tenho palavras para descrever tanta beleza!!  Somente a agradecer por estar aqui e por poder sentir e ver tudo isso!!

Tivemos uma ótima noite de sono com a temperatura super fresquinha, pois já estávamos entrando no clima do deserto: uns 15 graus! Saímos do Lodge com destino à Swakopmund.

No caminho fizemos uma parada para ver os famosos petrolíferos ou desenhos rupestres como também são conhecidos.

E pensar que há milhares de anos os povos passaram por esta região tão inóspita para se habitar…e a forma como se comunicavam e ensinavam, eram através de desenhos. Hoje, nós chamaríamos tudo isso de arte e seus artistas, pois não é fácil desenhar na pedra.