História espalhada nas fachadas, rostos, costumes e urbanização da cidade.

Após fazer conexões em Guarulhos e Madri, cheguei a Zagreb depois de 24 horas de viagem. Eu esperava um aeroporto pequeno e velho, mas me surpreendi. O aeroporto é novo, inaugurado há 1 ano e muito moderno, mas, de fato, pequeno. Apesar disso, tem boas conectividades com voos de várias partes da Europa, além de Doha, Dubai, Seul, Istambul e outros destinos. E isso reflete também no balcão de atendimento ao turista, uma vez que as publicações estão disponíveis em vários idiomas, como macedônio, israelense, árabe, coreano, inglês, espanhol, russo, tcheco e, é claro, o português.

HISTÓRIA NAS RUAS

Do aeroporto, que está a 30 minutos do centro da cidade, fomos para o hotel. Check in feito e malas no quarto, é hora de sair e não perder tempo, pois mesmo sendo uma cidade de apenas 800 mil habitantes, há muito o que ver. Escolhi começar pelo centro antigo, óbvio. Ao caminhar pelas ruas, já tinha percebido que o “vai e vem” da história está espalhado nas fachadas, ruas, rostos, costumes e na urbanização da cidade. Confesso que do Império Otomano e Veneziano não vi nada, mas do Império Austro-húngaro e do tempo do comunismo se vê por todos os lados. Em alguns momentos, me senti caminhando por Viena ou no interior da República Tcheca, em outros, os prédios me lembravam Moscou ou as cidades que conheci durante o Grande Expresso Transiberiano, ou seja, prédios bem comunistas.

PARA TODOS OS BOLSOS E GÊNEROS

CERVEJAS E VINHOS – UM DIA PARA CADA BEBIDA

Algo que me chamou muito a atenção é a presença  de várias lojas de vinhos locais que destacam bastante a variedade das uvas típicas croatas.  Em uma loja, inclusive, a vendedora, que falava um bom inglês, me disse que há uma rota dos vinhos croatas bem próxima a Zagreb (Kraljevina e Zelina).  Com 8 dias de viagem pela frente, vou me aprofundar no conhecimento das cervejas artesanais e dos vinhos locais. Um dia para cada bebida, pois com tudo o que há para ver, não dá pra exagerar na dose.


TRANSPORTE PÚBLICO

Para retornar ao hotel, me arrisquei a voltar de transporte público local. A cidade tem um transporte público de malha pequena, não tem metrô e as linhas de bondes são poucas, mas dá para se virar bem com os mapas e perguntando, também. Nos hotéis e nas lojas do centro muita gente fala inglês, mas nos bairros mais afastados não. No caminho da linha 12 do bonde deu para ver bastante coisa, funicular para a montanha, o Museu em homenagem a Nicolau Tesla (Technical Museum), entre outras coisas. Por fim, este foi o meu primeiro dia de jornada pela Croácia.

GUIA LOCAL

Amanhã é que será realmente o dia para conhecer esta cidade, pois farei todo o trajeto com um guia local. Sou do tipo de viajante que gosta de fazer algumas coisas por conta, mas não abro mão dos serviços de guia e traslado, pois nos poupam tempo, e só com eles aprendemos realmente sobre uma cidade ou país. Vale o investimento.

Confiram abaixo os vídeos que gravei em diferentes pontos da cidade durante este primeiro dia de viagem. e até breve!

O BAIRRO MEDIEVAL DE ZAGREB

TORRE DOS LADRÕES E O CHEIRO DA PÓLVORA

DANÇAS FOLCLÓRICAS NO PASSEIO DE DOMINGO

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