A Cidade de Ollantaytambo e o povo de Águas Calientes – Por Sabrina Saraiva

Chegamos na cidade de Ollantaytambo, um dos pontos de parada para quem visita o Vale Sagrado dos Incas, que contém um impressionante sítio arqueológico. A cidade é muito simpática!

Fiquei impressionada com a lindíssima fortaleza, que tem uma uma vista maravilhosa!

As visitas aos sítios arqueológicos peruanos são realmente muito mágicas: o motivo que me encantou tanto ao conhecer estes locais foi como os incas mostravam respeito pela natureza através do culto aos astros e aos animais, por exemplo.

Ollanta está localizada a 80km de Cusco e a 40km de Machu Picchu. A palavra Ollantaytambo surgiu da combinação de duas outras palavras: Ollantay,  que significa observar, olhar desde o alto e Tambo, que significa albergue, lugar de repouso. Portanto, Ollantaytambo significa ‘lugar de descanso de onde se pode observar desde o alto’. Alto mesmo, já que a cidade fica a 2.792 m de altitude.

Acredita-se que, há muitos séculos, a cidade servia como ‘ponto de descanso’ para aqueles que seguiam no caminho sagrado de Cusco até Machu Picchu.

Ollantaytambo nunca foi desocupada, mesmo com a invasão dos colonizadores espanhóis. A cidade permaneceu habitada durante todos esses anos, ininterruptamente.

Podemos conhecer um altar Inca, típico do vilarejo

Muitas das construções mais contemporâneas foram construídas sobre as antigas estruturas da cidade, remanescentes dos tempos incas. Ollanta foi se remodelando, adaptando, renascendo. E eu achei isso incrível!

CIDADE DE PISAC

As pessoas desta cidade e nas proximidades das comunidades rurais são predominantemente católico, de modo que não são estranha para eles a celebração da Eucaristia. No templo de Pisac se realizada uma missa domincal em quetchua com a presença de prefeitos ou Varayoc vestindo trajes típicos e acompanhada pelo som de pututos (instrumento feito de caracol).

Na praça principal, debaixo de árvores, às terças-feiras, quintas-feiras e domingos, o artesanato que são bem concorridos pela duversa e colorida têxteis, cerâmica decorativa sendo oferecidos lá.

Esta é a cidade inca de Pisac, no sudoeste e no outro lado do rio Vilcanota

O POVO DE ÁGUAS CALIENTES

Chegamos já noite escura em Águas Calientes, que é praticamente uma ilha, separada de todos os caminhos, rodeada de montanhas, penhascos e rios.

Uma vez que você esteja neste pequeno povo estará a poucos minutos do ingresso a Machu Picchu.

Águas Calientes é uma cidade no fundo do vale abaixo de Machu Picchu, também conhecida como Machu Picchu pueblo, mas o nome de Águas Calientes, recebe-o porque, na parte de trás do povo, em um pequeno recanto da montanha, você pode encontrar “águas termais”, ou melhor, águas termoterapêuticas.

Para comer e beber em Águas Calientes:

Águas Calientes tem uma enorme variedade de restaurantes; depois do trem e chegar ao hotel, seu nariz o levará a uma das centenas de restaurantes em Águas Calientes. Você encontrará comida típica de Cusco, comida típica peruana, como “pollo a la brasa”, frango assado, trutas fritas, mas também restaurantes de comida, italiano, chinês, espanhol e outros; Além disso, a fusão destes com pratos e ingredientes peruanos. Lembre-se que você está no Peru, o melhor destino gastronômico do mundo.

HOSPEDAGEM NO HOTEL INKA TIERA

Do trem panorâmico que leva da cidade de Cusco a Águas Calientes, começamos a avistar as pequenas casas e o verde mata da floresta subtropical que ocupa os 5 hectares do charmoso Inkaterra Machu Picchu Pueblo Hotel, onde fiquei hospedada. Ele é uma das três opções de hospedagem da cidadela.

O hotel fica a 4 minutos a pé da estação de trem de Machu Picchu, este hotel elegante em estilo bucólico está situado em meio a 50 mil m² de jardins, a 4 km do Templo da Lua e a 9 km de Machu Picchu.

As comodidades incluem um refinado restaurante-bar com paredes de vidro, vista para o rio Urubamba, um café com telhado de palha e vista para o rio Vilcanota e um spa de luxo.

Confira o vídeo do hotel para conhecer todas as atrações:

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