A gastronomia e a atmosfera da Marina de Dubai – Por Sabrina Saraiva

Hoje viemos jantar num dos lugares mais bonitos da cidade. Difícil dizer isso, pois tudo aqui a gente acha que é lindo. Mas realmente a Dubai Marina tem uma atmosfera mágica, principalmente à noite!

Muitos não sabem. Quem chega aqui descobre que na verdade a Dubai Marina é um bairro na cidade de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. É uma cidade planejada feita ao redor de um canal artificial, construído ao longo de um trecho de três quilômetros ao longo da costa do Golfo Pérsico.

O bairro é formado por mais de 200 prédios arranha-céus com arquitetura super moderna. São residenciais, shoppings e hotéis de luxo. A região possui também a maior marina artificial do mundo com a maior concentração de iates e barcos de luxo.

O lugar começou a ser habitado em 2008 e logo se tornou a área mais badalada em Dubai e mais desejada por turistas e por moradores. Inúmeras atrações e opções de entretenimento garantem alegria e diversão! Ou seja, agito sempre!!

Além da gastronomia árabe, a cidade também oferece a culinária Emirati, composta de peixe, carne e arroz.

A agitada avenida The Walk na frente do conjunto residencial Jumeirah Beach Residence,“JBR”, é um reduto de restaurantes, sorveterias, quiosques e cafés. O calçadão vira palco de desfile de gente descontraída de muitas nacionalidades, isso sem falar da circulação dos carros de luxo.

A praia pública tem acesso direto de frente pro shopping, com toda infraestrutura possível: espreguiçadeiras, guarda sóis, super banheiros e inúmeras atividades de lazer e recreação para ocupar adultos e crianças.

A presença de vários hotéis de praia com ótimas opções de restaurantes, com permissão de venda de bebida alcoólica. Não dá para resistir a uma cerveja ou vinho para celebrar momentos especiais.

O Louvre de Abu Dhabi – Por Sabrina Saraiva

Hoje nosso passeio foi pura arte!! Que lugar lindo meus leitores! Para os amantes de arte, esse roteiro é imperdível! Quando você estiver por aqui, saiba que o museu tem um horário bem amplo, pois funciona das 10h às 20h. E o  ingresso custa cerca de R$ 60,00.

Sua arquitetura já é uma exibição à parte!

O museu foi inaugurado em 2017 e recebeu esse nome por conta de um acordo com o Louvre francês.

No exemplar de Abu Dhabi, há exibições de artistas orientais e ocidentais – algumas “emprestadas” do irmão francês.

Combinando arquitetura moderna e inspiração de tradições de algumas regiões, o design reflete o desejo de criar um museu universal, no qual diversas culturas são apresentadas juntas. Dois terços do museu são cobertos pelo domo branco, uma característica emblemática da arquitetura árabe, evocando mesquitas, mausoléus e madraçais.

O museu garante um abrigo fresco, forma um espaço de sombra durante o dia e um “oásis de luz sob um domo brilhante” à noite.

Café com Ouro no Emirates Palace – Por Sabrina Saraiva

Estava empolgadíssima por esse passeio! Pois fomos num dos principais pontos turísticos de Abu Dhabi: O hotel Emirates Palace. Como o próprio nome sugere, o suntuoso hotel é como um palácio, cheio de ouro e glamour, algo realmente que se destaca aos olhos. Vale lembrar que você não precisa estar hospedado no hotel para poder desfrutar dessa iguaria! Ainda bem, né?!

Na verdade, a bebida é um cappuccino. A folha de ouro vem cobrindo a xícara.  Custa em torno de 70 reais e acompanha dois bombons. Você toma o cappuccino e fica com os dentes dourados! (risos)  O gosto não muda muito, mas como eu disse… vale pela experiência e pelas fotos!  O Cappuccino estava ótimo também!

O LUXUOSO HOTEL 

O hotel Emirates ocupa uma área de 84 hectares, que inclui uma praia, spas, piscinas, helipontos, uma marina, dezenas de salas de reuniões, auditório, ballroom, lojas e restaurantes internacionais.

Descobrimos todo, são 394 dependências, sendo 92 suítes, 22 suítes residenciais de 3 quartos cada e 6 suítes destinadas à realeza do Golfo Pérsico. A grande maioria são decoradas com mármore, ouro e cristais Swarovski! Luxo do luxo!

Abu Dhabi e sua grande mesquita – Por Sabrina Saraiva

No segundo dia de viagem fomos para Abu Dhabi.  E nosso primeiro passeio foi pela maior mesquita do mundo! É impossível não se emocionar ao avistar a construção, de branco puríssimo e arquitetura tradicional, se levantar em meio a uma cidade tão moderna. A Mesquita é sinônimo de crescimento e modernização do lugar.

Descobri que a Mesquita é projeto do finado Sheikh Zayed bin Sultan Al-Nahyan, um dos principais articuladores da união dos Emirados Árabes – e, por isso, nomeado o primeiro presidente do país e adorado em todos os sete Emirados. Ele deu a visão geral, iniciou a construção nos anos 90, mas faleceu cerca de 3 anos antes de ver a inauguração, em 2007.

A Mesquita fica na entrada da Abu Dhabi City Island, estrategicamente visível das três principais pontes conectando a ilha ao continente: a Maqta, a Mussafah e a Sheikh Zayed. O local foi escolhido por representar a conexão emocional da Mesquita com os corações de todos os cidadãos dos Emirados Árabes.

Mais 40 mil fiéis cabem em suas estruturas: 10 mil na área interna e 30 mil em áreas externas. Nos últimos números disponíveis, de 2013, recebeu mais de 3.3 milhões de visitantes em um ano.

A construção, composta de quatro minaretes e 82 domos, representando diferentes estilos Islâmicos (como o Mameluco, o Otomano e o Fatímida), é revestida de mármore nas paredes externas e possui versos do Corão e ornamentações islâmicas entalhadas em relevo.

Estamos em Dubai – por Sabrina Saraiva

Olá leitores!

Temos novidades aqui no blog. Desta eu vou contar por aqui todas as novidades encontradas em Dubai, nos Emirados Árabes. No roteiro, muitos passeios incríveis com imagens de tirar o fôlego!

Vamos lá conferir?

Beijos da Sabrina Saraiva.

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O PRÉDIO MAIS ALTO DO MUNDO

Nosso primeiro passeio pela cidade começa pelo prédio mais alto do mundo!  O Burj Khalifa Bin Zayid (ou “Torre do Khalifa”), anteriormente conhecido como Burj Dubai, é o maior arranha-céu já construído pelo ser humano, com 828 metros de altura e 160 andares. Sua construção começou em 21 de setembro de 2004 e foi inaugurado no dia 4 de janeiro de 2010.

O edifício faz parte de uma complexo comercial e residencial de dois quilômetros quadrados de área chamado Downtown Burj Dubai, localizado ao lado das duas principais avenidas da cidade de Dubai, a Sheikh Zayed Road e a Financial Centre Road.

SHOW DE LUZES!

O show de luzes e água é exibido diariamente aos pés do Burj Khalifa a 275 metros de distância e 150 metros de altura, ao som de música árabe e mundial. A iluminação fica por conta das 6.600 luzes e 50 projetores coloridos instalados ali.

No centro do parque, aos pés do Burj Khalifa, há um lago artificial de 47 mil litros, onde está a Dubai Fountain. Todas as noites, a Fonte de Dubai promove um show de águas dançantes. É o maior do mundo.  

O lago foi projetado pela WET Design, empresa americana também responsável pelas fontes do Bellagio Hotel Lake, em Las Vegas. O custo de sua construção foi de cerca de US$ 217 milhões.


NAS ALTURAS DO THE FRAME!

O The Frame a nova atração de Dubai, e realmente é muito legal! Pra começar, a vista é DESLUMBRANTE! De uma lado a cidade moderna e do outro a antiga. O contraste é incrível!

Confira o vídeo com mais detalhes do empreendimento:

Imagino que você deve estar perguntando, então já respondo: SIM!!!! Dá “aquele” frio na barriga de tanta altura! Mas coragem!

O MAIOR PORTA RETRATO DO MUNDO

A moldura, repleta de revestimentos dourados, fica no Zabeel Park, e foi feita como uma oportunidade de lazer e cultura na cidade, principalmente para que os visitantes possam observar o crescimento e os contornos da cidade.

Os visitantes podem entrar no espaço de exposições e conhecer a história dos Emirados,  antes de pegarem um elevador de 93 metros para conhecerem a galeria, localizada no topo da moldura.  A vista do observatório, a 48 andares do chão, é impressionante!


O MUSEU SOBRE A HISTÓRIA DE DUBAI

Para quem gosta de conhecer um pouco da história de Dubai antes do advento dos petro-dólares, o Museu de Dubai é o lugar!!

Visita obrigatória no roteiro dos turistas que visitam a região histórica de Dubai. O Dubai Museum fica perto de importantes atrativos como os Souks de Ouro  &  Especiarias, Creek de Dubai, além de outros lugares bacanas.

O museu é pequeno, portanto a visita pode ser  rápida , além de ter sessões interativas e divertidas.

Já  para os que estão ávidos para saber sobre o passado e a cultura dos beduínos, a visita pode durar mais de uma hora. Riquíssimas  informações podem ser aproveitadas desde que tenham boa orientação e empenho em ler os quadros apresentados em todos os ambientes (não são tantos assim !!) e assistir ao vídeo num telão que mostra as diversas fases de Dubai, tipo “o antes e o depois” (dura uns 10min).


PASSEIO PELAS MARGENS DO CREEK

O passeio de Abra no Creek em Dubai é uma travessia feita em pequenos barcos de madeira no estilo dos barcos de Veneza. Chamados de “abra”, essas embarcações cortam o charmoso canal do mar conhecido por Creek, na parte histórica de Dubai.

Recomendamos o passeio de abra como um pequeno programa turístico para quem busca conhecer a cultura local árabe. Uma das coisas interessantes de se ver nas margens do Creek é a agitação do centro comercial de Dubai, onde estão os souks, conhecidos como Souk do Ouro, Souk das Especiarias e Souk de Tecidos. Em árabe, a palavra “Souk” significa mercado tradicional.

Cusco vai deixar você sem fôlego! – Por Sabrina Saraiva

Para quem desbravou  Machu Picchu, a cidade de Cusco é  ponto de descanso, mas é também um lugar interessantíssimo para fazer outros diversos passeios.

Na praça, vale a pena sentar-se em um banquinho para contemplar a beleza da cidade que mescla arquitetura inca e espanhola.

Cusco vai deixar você sem fôlego! Pela altitude, morros e, claro, pela beleza!

A cidade é bem pequena e dá pra ser explorada toda caminhando. Em um dia dá pra ver tudo com calma.

Cusco é bem simples mas é bem segura e o povo pacífico.

É bem legal ir subindo pelas estreitas ruas

Dica: Os voos para Cusco partem de Lima com frequência de hora em hora e são operados por diversas cias aéreas como, por exemplo, a Peruvian Airlines.

Como Cusco está a 3400 metros de altitude você precisa tomar muitos líquidos e o chá de coca para dilatar os vasos sanguíneos é uma ótima opção para não ter  o famoso “mau da altitude”.

Caminhei pela cidade para curtir o clima que é extremamente turístico e rústico!

“Qorikancha”, o Templo do Sol, era um centro religioso Inca. Foi construído pelo imperador inca Pachacuti e possui uma arquitetura grandiosa, feito de pedras polidas que foram perfeitamente encaixadas.

GASTRONOMIA EM CUSCO

MAP Café
Para quem gosta de se aventurar pela gastronomia local, o MAP é um lugar imperdível!

O restaurante é muito tradicional e uma ótima opção para fugir de comércios barulhentos e lotados de turistas.

Ele fica no pátio interno do Museu de Arte Precolombiano de Cusco. Então o ambiente por si só já é mais tranquilo para ter uma refeição calma no meio da viagem.

O menu do lugar é focado na gastronomia peruana com muitas opções de pratos com peixe e carne, todos bem temperados.

Restaurante Cicciolina

Localizado no coração de Cusco, na parte mais agitada da cidade, o Restaurante Cicciolina fica em um pátio colonial, junto à charmosas lojinhas de arte e antiguidades.

Um local interessante para quem está conhecendo a cidade a pé pois aproveita para ver um pouco da cultura local nos arredores.

Sendo um dos restaurantes mais procurados na cidade, a casa está sempre cheia de vida.

Para garantir a entrada, especialmente na hora do jantar, é recomendado fazer reserva ou chegar bem cedo.

Machu Picchu, uma cidade dos Deuses – Por Sabrina Saraiva

Logo que acordamos para tomar o café da manhã, minha vontade era de pular essa etapa e correr direto para o micro-ônibus que nos levaria à entrada de Machu Picchu.

As curvas sinuosas beirando precipícios e aquela mata fechada, quase intocada, já mostrava sinais de que a cidade inca iria superar minhas expectativas, que já eram altas, quase tão altas como a altitude de Cusco.

De início, a cidade perdida dos Incas estava tímida e se mostrava apenas de relance por entre a neblina e as nuvens que passavam por ali, mas à medida que o sol surgia, ela começava a mostrar os sinais de sua grandeza…

Se você curte história ou quer entender um pouco mais sobre como funcionava a citadela e sua importância dentro do império Inca, eu recomendo a contratação de um tour guiado, de preferência com um guia credenciado. Sem uma boa explicação, Machu Picchu perde boa parte da sua graça e magia. Se você preferir contratar na hora, na própria entrada do parque, saiba que existem diversos guias esperando pelos turistas na porta.

Durante o passeio, aprendemos muitas histórias e detalhes sobre arquitetura, hidráulica e sistemas de irrigação, astronomia, cultura Inca e suas tradições. Uma verdadeira aula em que pudemos perceber como tudo o que havíamos visto em Lima, em Cusco e no Valle Sagrado finalmente se encaixava em Machu Picchu.

Mesmo com toda destruição que o império espanhol trouxe à cultura Inca, Machu Picchu conseguiu escapar quase intacta graças à densa floresta que a cercava (e cerca) até hoje. Sorte nossa 😀

Dizem também que, ao ser descoberta pelo americano Hiram Bingham, diversas peças incas foram perdidas, roubadas ou levadas embora da cidade por ele e pela sua equipe. Estima-se que mais de 4000 peças estão distribuídas entre universidades e museus dos EUA.

Infelizmente, nem tudo são flores no antigo reino Inca. Apesar de ter sido declarada uma das “Novas Sete Maravilhas do Mundo” em 2007, Machu Picchu está na lista da Unesco como um dos patrimônios da humanidade que estão ameaçados.

Chegar onde eu desejasse com as minhas próprias pernas, me exigiu bastante! Muitas vezes era evidente os sinais de grande fadiga, afinal são muitas subidas!

Senti muita emoção em estar num dos templos mais místicos e cheios de lendas do mundo.

Eu senti que estar ali, naquele momento, em Machu Picchu, no topo de Huayna Picchu, era um marco na minha vida de turista/viajante.

Fui embora com a nítida sensação de que queria ainda mais, muito mais…

A Cidade de Ollantaytambo e o povo de Águas Calientes – Por Sabrina Saraiva

Chegamos na cidade de Ollantaytambo, um dos pontos de parada para quem visita o Vale Sagrado dos Incas, que contém um impressionante sítio arqueológico. A cidade é muito simpática!

Fiquei impressionada com a lindíssima fortaleza, que tem uma uma vista maravilhosa!

As visitas aos sítios arqueológicos peruanos são realmente muito mágicas: o motivo que me encantou tanto ao conhecer estes locais foi como os incas mostravam respeito pela natureza através do culto aos astros e aos animais, por exemplo.

Ollanta está localizada a 80km de Cusco e a 40km de Machu Picchu. A palavra Ollantaytambo surgiu da combinação de duas outras palavras: Ollantay,  que significa observar, olhar desde o alto e Tambo, que significa albergue, lugar de repouso. Portanto, Ollantaytambo significa ‘lugar de descanso de onde se pode observar desde o alto’. Alto mesmo, já que a cidade fica a 2.792 m de altitude.

Acredita-se que, há muitos séculos, a cidade servia como ‘ponto de descanso’ para aqueles que seguiam no caminho sagrado de Cusco até Machu Picchu.

Ollantaytambo nunca foi desocupada, mesmo com a invasão dos colonizadores espanhóis. A cidade permaneceu habitada durante todos esses anos, ininterruptamente.

Podemos conhecer um altar Inca, típico do vilarejo

Muitas das construções mais contemporâneas foram construídas sobre as antigas estruturas da cidade, remanescentes dos tempos incas. Ollanta foi se remodelando, adaptando, renascendo. E eu achei isso incrível!

CIDADE DE PISAC

As pessoas desta cidade e nas proximidades das comunidades rurais são predominantemente católico, de modo que não são estranha para eles a celebração da Eucaristia. No templo de Pisac se realizada uma missa domincal em quetchua com a presença de prefeitos ou Varayoc vestindo trajes típicos e acompanhada pelo som de pututos (instrumento feito de caracol).

Na praça principal, debaixo de árvores, às terças-feiras, quintas-feiras e domingos, o artesanato que são bem concorridos pela duversa e colorida têxteis, cerâmica decorativa sendo oferecidos lá.

Esta é a cidade inca de Pisac, no sudoeste e no outro lado do rio Vilcanota

O POVO DE ÁGUAS CALIENTES

Chegamos já noite escura em Águas Calientes, que é praticamente uma ilha, separada de todos os caminhos, rodeada de montanhas, penhascos e rios.

Uma vez que você esteja neste pequeno povo estará a poucos minutos do ingresso a Machu Picchu.

Águas Calientes é uma cidade no fundo do vale abaixo de Machu Picchu, também conhecida como Machu Picchu pueblo, mas o nome de Águas Calientes, recebe-o porque, na parte de trás do povo, em um pequeno recanto da montanha, você pode encontrar “águas termais”, ou melhor, águas termoterapêuticas.

Para comer e beber em Águas Calientes:

Águas Calientes tem uma enorme variedade de restaurantes; depois do trem e chegar ao hotel, seu nariz o levará a uma das centenas de restaurantes em Águas Calientes. Você encontrará comida típica de Cusco, comida típica peruana, como “pollo a la brasa”, frango assado, trutas fritas, mas também restaurantes de comida, italiano, chinês, espanhol e outros; Além disso, a fusão destes com pratos e ingredientes peruanos. Lembre-se que você está no Peru, o melhor destino gastronômico do mundo.

HOSPEDAGEM NO HOTEL INKA TIERA

Do trem panorâmico que leva da cidade de Cusco a Águas Calientes, começamos a avistar as pequenas casas e o verde mata da floresta subtropical que ocupa os 5 hectares do charmoso Inkaterra Machu Picchu Pueblo Hotel, onde fiquei hospedada. Ele é uma das três opções de hospedagem da cidadela.

O hotel fica a 4 minutos a pé da estação de trem de Machu Picchu, este hotel elegante em estilo bucólico está situado em meio a 50 mil m² de jardins, a 4 km do Templo da Lua e a 9 km de Machu Picchu.

As comodidades incluem um refinado restaurante-bar com paredes de vidro, vista para o rio Urubamba, um café com telhado de palha e vista para o rio Vilcanota e um spa de luxo.

Confira o vídeo do hotel para conhecer todas as atrações:

Vale dos Incas e o Hotel Explora – Por Sabrina Saraiva

Chegamos ao  Vale Sagrado dos Incas, nos Andes Peruanos, que está composto por numerosos rios que descem por pequenos vales; e possui inúmeros monumentos arqueológicos e povoados indígenas. Um lugar de tirar o fôlego!!

Descobri que este vale foi muito apreciado pelos Incas devido a suas especiais qualidades geográficas e climáticas. Foi um dos principais pontos de produção pela riqueza de suas terras e o lugar onde se produz o melhor grão de milho no Peru.

Típica plantação de milho na região

 

PASSEIO DE BIKE PELA REGIÃO

O passeio de bicicleta foi realmente algo inesperado! A experiência foi tão empolgante!  Um mergulho em uma cultura antiga e interessante, interagindo com a comunidade local!

Olha a nossa turma toda empolgada com a trilha!
Confesso que deu frio na barriga, com medo de a bike derrapar em alguns trechos!
Passamos por essa fonte tem água salgada que sai da montanha! A água é morna, super limpa e filtrada e muito salgada!

 

O LUXUOSO HOTEL EXPLORA

Que privilégio estar hospedada neste magnífico hotel! Rodeado por campos de milho e pelas montanhas dos Andes, este hotel luxuoso com tudo incluído, isolado em um edifício de madeira polida com detalhes em pedra, fica a 42 km do Aeroporto Internacional Alejandro Velasco Astete.  Ele foi projetado como a base para explorar um destino remoto e magnífico: Cusco, Machu Picchu e o Vale Sagrado dos Incas. 

Os quartos simples e aconchegantes estão equipados com teto com revestimento de madeira e não oferecem TV. Todos contam com vista para a montanha e sala de estar. As suítes oferecem áreas de estar.

Como cortesia, são oferecidos traslado para o aeroporto, trilhas guiadas e excursões de bicicleta, além de refeições servidas em um salão/bar com estilo rústico chique. Um casarão colonial restaurado do século 17 abriga spa, piscina externa, sauna seca e úmida. Sujeito a regras de estadia mínima.

 

SALINETAS DE MARAS

Hoje amanhecemos em  Salinetas de Marasal. Por ser época de chuva toda a paisagem está em tons de marrom e são estonteantes! Um lugar mágico cheio de energia!

Aqui é possível ter uma visão espetacular de 5 mil tanques de extração de sal, desde os tempos pré-Incas, que formam uma paisagem inusitada em meio o Vale Sagrado dos Incas.

Para chegar, uma trilha de 4 km com muitas paisagens em meio a natureza e um pouco de esforço físico, ainda mais exigido pela altitude – são mais de 3,3 mil metros acima do nível do mar. A caminhada é recompensada já lá de cima da trilha com as salinas na base de um vale, avançando entre duas montanhas.

Para chegar, uma trilha de 4 km com muitas paisagens em meio a natureza e um pouco de esforço físico, ainda mais exigido pela altitude – são mais de 3,3 mil metros acima do nível do mar. A caminhada é recompensada já lá de cima da trilha com as salinas na base de um vale, avançando entre duas montanhas.

Aqui, o que vale é o contato direto com a natureza e a história. Pois estas terras são habitadas a milhares de anos.

A água salgada é canalizada para 5 mil poços e a partir da evaporação se faz a extração do sal rosa em um espetáculo para se observar de perto.

Por aqui também encontramos plantações de batata, que mais parecem com plantações de flores! Conforme a cor da flor e o tipo de batata!

Aqui a batata e um dos principais alimentos e tem mais 1200 tipos de batata comestível

A batata do Peru chegou à Europa pois os primeiros colonizadores espanhóis que vieram a esta região se encantaram com os campos floridos e levaram as flores/ batata para a Europa para plantar nos palácios.

 

MARAS MORAY – UM LUGAR MUITO INTERESSANTE!

Maras Moray é um estiloso de passeio que envolve ruínas e mistérios. E sou apaixonada por lugares assim, e o Valle Sagrado é prato cheio para o viajante que, assim como eu, gosta de roteiros históricos.

Parei alguns instantes para apenas observar os círculos, imaginando o que tudo aquilo representava.

As teorias são diversas, uns dizem que Maras Moray era um enorme anfiteatro, outros afirmam que em seu centro existiam lutas ou jogos. A presunção mais provável é que ali era uma estação de desenvolvimento agrícola. Ou seja, um laboratório para o desenvolvimento da agricultura.

Vale a pena conhecer? Sim, vale muito a pena ir! É muito interessante e impressionante!

TORITOS DE PUCARA

Os  Toritos de Pucara são conhecidos em muitas partes do mundo, mas esta tradição começou em um “pueblo” chamado Pucara, a 10 Km de Puno, onde pequenos tourinhos eram colocados nos telhados das casas como elemento de proteção e energia para as famílias que nelas moram.

Eles trazem Felicidade, Proteção e Fertilidade a todos os que habitam as casas que os colocam em seus telhados, sendo por isso que é possível vê-los em uma grande maioria das casas do PERU.

 

Uma viagem pelo Peru – Por Sabrina Saraiva

Olá leitores!
Aqui é a Sabrina Saraiva, estou de volta!
Pedi licença novamente para o Fabian, para registrar aqui no blog uma nova experiência de viagem internacional. Desta vez,  estou num dos países com mais potencial turístico da América do Sul: o Peru. Convido vocês a acompanharem esta viagem cheia de descobertas interessantes.
Vamos lá?

 

O CENTRO HISTÓRICO DE LIMA

Um dos passeios mais interessantes da capital Lima é percorrer seu Centro Histórico, um dos maiores das Américas, em busca das memórias coloniais e dos primeiros dias da República. A Catedral, o Convento de São Francisco, o palácio presidencial e a sede histórica da Arquidiocese são alguns dos narradores dessa história.

É no Centro Histórico, o “Cercado de Lima”, como se diz por aqui—numa alusão à antiga povoação amuralhada dos primeiros tempos da colonização — que se ouve mais forte o “sotaque urbanístico” herdado da cidade espanhola:. Encontramos uma praça principal cercada pelas sedes dos poderes e onde se fluía a vida cotidiana da população.

Quando ir?

– A área é muito bem policiada e tem movimento mesmo nos fins de semana, ao contrário de outros centros latino-americanos que “morrem” quando o comércio fecha.

– Ir no sábado ou no domingo tem a vantagem de pegar menos trânsito para chegar. Prefira o sábado, para poder visitar a Catedral. Aos domingos, tem a troca da guarda no Palácio Presidencial.

– Se for durante a semana, evite as segundas-feiras, quando a Casa da Literatura e o Museu Bodega y Quadra estão fechados.

O centro histórico está bem conservado e muito ativo! A Bolsa de Valores, os principais bancos, além do jornal mais importante “El Comércio”, estão localizados nesta região.
Os ecos da colônia ainda estão por aqui e rendem um passeio bem bacana!
Os prédios estão conservados e livres de pichações. O que deixa a cidade com um aspecto limpo e agradável!

Acima, vocês podem conferir o Palácio do Governo do Peru que também ocupa o mesmo terreno escolhido onde antes viveu o kuraq (chefe político) da antiga povoação inca. Mas após seis terremotos, quatro ataques militares e três incêndios, não resta nada da residência original do conquistador e o que vemos hoje é um edifício de inaugurado em 1938, com traços barrocos.

 

PRAÇA SAN MARTIN

A Praça San Martin não é em honra de um santo cristão, foi erigida em honra do libertador José de San Martin, que com uma coligação de exércitos da América do Sul enfrentou e derrotou os espanhóis.

Esta bela Praça expressa a grandeza e a força do Peru independente e, portanto, cada elemento compoe um aspecto monumental. Com jardins coloridos, luminárias em bronze, bancos de mármore, piso de granito, tem quatro fontes de água nos cantos da praça e no centro do monumento a Dom José de San Martin.

Entre os principais edifícios ao redor da praça encontramos: o Teatro Colón, o edifício Giacoletti, o Hotel Bolivar, os portais Zela e Pumacahua, Cinema Metro, entre outros edifícios que o tornam um dos lugares mais bonitos de Lima.

Acreditam se quiser! No dia 02 de fevereiro, toda a água desta fonte é retirada para dar lugar ao Pisco, a bebida destilada mais famosa do Peru. As pessoas podem levar suas canecas e beberem à vontade direto da fonte! Que tal?

 

PRAÇA DAS ARMAS

A Plaza de Armas (ou Plaza Mayor) é o coração da Lima colonial, como é praxe nas cidades espanholas nas Américas. Foi aqui que os conquistadores iniciaram sua povoação, em 1535, e (novamente, como de praxe) plantaram as sedes/símbolos dos poderes religioso (a Catedral e o Palácio da Arquidiocese) e político (o Palácio do Governo).

Praça de Armas de Lima, o coração da cidade colonial
O conjunto monumental da Basílica e Convento de São Francisco de Lima, também conhecido como São Francisco o Grande ou ainda São Francisco de Jesus, é um complexo arquitetônico religioso localizado em Lima, no Peru, na área do Centro Histórico da cidade, declarado Patrimônio Mundial pela UNESCO
Detalhe do teto da catedral de São Francisco

Infelizmente, não é permitido tirar fotos dentro do Museu, a fim de não prejudicar as pinturas com os flashs, além do fato de que as obras estavam sendo fotografadas e replicadas sem autorização, inclusive a mais famosa delas, uma réplica de A Última Ceia, de Leonardo da Vinci. Apesar de não haver permissão para fotografias, algumas imagens oficiais (lindíssimas) podem ser vistas aqui.

No Convento também há a famosa biblioteca, com mais de 25 mil textos. Entre eles, o primeiro dicionário de espanhol publicado pela Real Academia Española, além de uma edição da Bíblia datada de 1571- 1572.

AS CATACUMBAS DO CONVENTO

O museu das catacumbas abre diariamente, das 9h às 20:15h.  Já a Igreja pode ser visitada diariamente, das 7h às 11h e das 16h às 20h.

A última parte do passeio é reservada às catacumbas.

Durante o curto caminho, foi possível ver o ossário, que contém cerca de 70 mil ossadas (em sua maioria fêmures, tíbias e crânios) e está ali desde a construção do convento. Era comum o sepultamento de pessoas no subsolo das igrejas pela ausência de cemitérios.

Também era comum que pessoas que tivessem alguma ligação com a igreja (normalmente, financeira) fosse sepultado dessa maneira, como uma forma de agradecimento pelo serviço prestado à comunidade católica.

Segundo a lenda, há algumas passagens secretas que ligavam a Catedral ao Tribunal da Santa Inquisição. O local funcionou como sepultura até 1808, quando o cemitério de Lima foi inaugurado.

Para mais informações sobre o Museo y Catacumbas de Lima, acesse o site: http://www.museocatacumbas.com.

 

A PIRÃMIDE HUACA HUALLAMARCA

Imagine caminhar pela cidade de Lima e se deparar com ruínas arqueológicas de locais importantes para as antigas civilizações da região? Bem no meio do simpático bairro de San Isidro, há um sítio arqueológico de Lima que poucos conhecem: a Huaca Huallamarca.

Do topo da pirâmide ficamos imaginando como seria a vida ali mesmo em Lima antes desses prédios todos tomarem forma e restringirem o espaço das ruínas a apenas um quarteirão.

Não devemos subestimar os sítios arqueológicos da cidade pois são eles que mostram como as civilizações pré-incas eram constituídas e como eram suas culturas e modos de viver, levando a um entendimento melhor dos próprios Incas.

Acredita-se que a Huaca Huallamarca, essa grande pirâmide toda feita de barro, era um templo cerimonial pré-inca.

Se você for passear por San Isidro, não deixe de conferir a Huaca Huallamarca, pois a combinação é perfeita 🙂