O incrível Mercado Central de Budapeste – Por Fabian Saraiva

Sim, o  Mercado Central de Budapeste merece um post exclusivo! Nosso grupo adorou o lugar. Realmente, é um passeio imperdível, pois o local é muito atrativo e também é  maior dos cinco mercados abertos na cidade no final do século XIX.

Logo de cara, o prédio, construído em 1897, impressiona pelo seu telhado rendado e colorido, uma das características de algumas construções da cidade, além do seu porte majestoso que chama logo a atenção.

Um grande portão recebe os visitantes e por dentro o Mercado de Budapeste não decepciona, com seus dois andares lotados de produtos e artesanato regional.

Uma variedade de cores nas barracas enchem nossos olhos; frutas, flores, bordados, difícil sair de lá sem comprar nada.

Nosso grupo adorou! e andou por todos os andares, conhecendo e experimentando alguns produtos, e observando o que havia de diferente dos nossos mercados brasileiros.

Confira o vídeo que gravei para vocês sentirem a atmosfera do lugar:

Um pouco da história do mercado 

Para quem não sabe, os mercados foram construídos para controlar a qualidade dos alimentos e melhorar seu estado de conservação, já que, no final do século XIX, a cidade enfrentava muitos problemas sanitários. Sobre a construção do prédio, o arquiteto Samu Pecz se encarregou do design e o edifício foi erguido em 1897. Desde o início, foi uma contínua fonte de protestos e os cidadãos criticavam desde a sua criação até o incremento dos preços, algo que piorou com a chegada da Primeira Guerra Mundial. Na Segunda Guerra, a estrutura do mercado ficou gravemente danificada e nos anos seguintes ele começou a perder status. Em 1991, o Mercado Central foi declarado em ruína e foi fechado.

Mas hoje, após ser restaurado o mercado é uma excelente atração!

Quando visitá-lo? 

Você pode visitar o Mercado Central qualquer dia, exceto aos domingos. O dia mais animado é o sábado de manhã. Se na visita ao mercado você ficar com fome, no andar superior há umas bancas de comida bastante baratas, onde você irá literalmente dividir a mesa com 50% de locais e 50% de turistas.

Uma parada em Esztergom – Por Fabian Saraiva

O grupo “Primavera na Europa 2019” chegou em Esztergom, na Hungria.  Fizemos uma  breve parada de duas horas, pois a cidade vale a pena.  Foi a primeira capital húngara e tem mais de mil anos de história. Minha impressão de Esztergom é que é um lugar perfeito para escapar do barulho e agitação da capital – é um local tranquilo para uma viagem em família.

A cidade tem um enorme significado religioso – St. István, o primeiro rei da Hungria, foi batizado e coroado aqui no dia de Natal no ano 1000 e Esztergom ainda é a cidade mais sagrada da Hungria e a sede do Arcebispo da Hungria.

Em frente à Basílica estão os restos parcialmente reconstruídas do Palácio Real , um dos edifícios mais antigos da Hungria. Uma visita guiada do palácio leva em muitos afrescos com base em palácios renascentistas de Florença.

A Catedral da cidade é a maior e mais alta igreja do país.

Esztergom também tem um dos castelos mais antigos da Hungria, bem como a área pitoresca de Víziváros (Watertown), repleta de edifícios barrocos, ruas estreitas de paralelepípedos e pequenos jardins bem cuidados.

Do alto se tem um vista belíssima do Danúbio. Suas dimensões surpreendem.

Juro que dá vontade de fazer um piquenique, explorar a cidade e, em seguida, estender o cobertor e relaxar pelo resto do dia ao longo das margens cobertas de grama do Danúbio.